segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O FOGO QUE NUNCA APAGA...



Eram 4 da manhã e eu dormia faz tempo, mas tu ligaste-me a dizer que querias falar comigo. Eu vesti-me e saí... Tu estavas a chegar a casa, a tua casa, vinda de uma discoteca qualquer com as tuas amigas ou quem sabe amigos também... Mas uma chamada tua, mesmo às 4h da manhã, eu não sabia negar. Não sabia, nem conseguia.
Como a rua estava deserta aquela hora, tu deixaste o carro no meio do passeio, apontado já para a garagem. Sabias que, caso eu não atendesse à tua chamada, era só voltar a ligar o carro e mete-lo na garagem. Mas eu atendi, e tu aguardavas-me no carro a ouvir música.
Quando eu cheguei perto de ti, na verdade tu não me querias dizer nada de especial, tu apenas querias-me. Mais uma vez, tu querias era o meu corpo, os meus lábios, o meu comforto!
Tu amas-me, mas de uma forma tão liberal, tão tua, que eu não compreendo!
Tu dizes-me com uma lágrima no canto do olho que um homem como eu, tu nunca conheceste, e eu sou o homem que qualquer mulher desejaria ter a seu lado o resto da vida.
Pela conversa, e pelo hálito, vejo que se bebeu bem durante a noite, mas nada impede de te abraçar e beijar! Eu sei que tu sabes que eu nunca irei recusar qualquer pedido teu.
Por eu sim, eu amo-te, como nunca amei nenhuma mulher.
Eu entro no carro, para o lugar do condutor e meto eu o carro na garagem, antes que tu faças alguma asneira e te ponhas a riscar as paredes com o carro...
Ajudo-te a sair do carro, levo-te para o elevador, abro a porta de casa sem que niguém por isso, levo-te para o teu quarto, dispo-te e... Não consigo ficar indiferente a ter o teu corpo nas minhas mãos, tu sabes disso, tu vês bem isso!
Aí tu abusas de mim, começas a beijar-me e a abraçar-me.
Em poucos segundo eu estou despido, como tu, e o meu corpo, quente, aquece o teu com o simples contacto de pele. Tu dizes que me queres e eu também te quero muito, sempre.
Ficamos ali nos preliminares e fazemos amor... sim, alí não nos fodemos nem demos uma... fizemos amor à luz do luar.
Assim que chegamos a um orgasmo abafado entre almofadas, para não acordar ninguém em casa, eu fico alguns minutos abraçado a ti à espera que adormeças. E com um beijo na testa, levanto-me da tua cama, já aquecida, visto-me, saio sem que ninguém dê por isso mais uma vez, e vou para minha casa, que é dois predios seguidos do teu. Vou a pé, como é de calcular e volto a deitar-me na minha cama, já fria. Mas deito-me com aquele sorriso, de ter podido amar...quem eu amei!

PS - Este foi o sonho que tive esta noite...
...e ela foi ou ainda é a mulher que eu mais amei!

Vulcano

3 comentários:

Vénus S. disse...

Vulcaninho, you are in love! :) Há sempre alguém muito especial que nos fica a correr nas veias, não é? Compreendo-te! Gostei. :)

Kiss

Vénus S.

Vulcano disse...

No Vénus... I'm not in love!
Mas sim, foi uma paixão marcante da minha infancia! Mais nenhuma mulher terá o poder em mim que esta mulher teve e ainda tem, mesmo passado mais de decada e meia...

The Girl With Tattoo disse...

Vu existe de facto pessoas que se cruzam na nossa vida mesmo longe é bom, as lembranças põe nos o sorriso do prazer nos labios , gostei muito vu bj completo